REALENGO 200 ANOS INTEGRAÇÃO ZERO

 

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REALENGO 200 ANOS INTEGRAÇÃO ZERO

A linha 739 faria a verdadeira integração do bairro de Realengo. Infelizmente isso não ocorre por descaso da AUTO VIAÇÃO BANGU e por falta de fiscalização da SMTR.  Para solucionar este problema basta atender os pedidos dos usuários da linha moradores nos sub-bairros como Batan, Jardim Novo, Barata, além do bairro de Padre Miguel.

 

 

NO INTINERÁRIO ORIGINAL DA

LINHA 739

  7 unidades de saúde:

  1.  Upa De Magalhães Bastos (Localizada No Jardim Novo)
  2. Clínica Da Família Jonh Cribbin
  3. Clínica Da Família Armando Palhares
  4. Upa Realengo
  5. Clinica Família Antônio Gonçalves
  6. Hospital Estadual Albert Schweitzer
  7. Pam Da Bangu – Pam Manoel Guilherme Da Silveira Filho

09 unidades educacionais:

  1.  M. Estado de Israel
  2. Colégio Souza Lima
  3. IFRJ (Instituto Federal do Rio de Janeiro)
  4. E.M. Nicarágua
  5. Colégio Realengo e Faculdade São Jose
  6. Colégio Pedro II
  7. CIEP Tomas Jefferson
  8. E.M. Humberto Castelo Branco
  9. E. M. Corsino do Amarante e Gil Vicente

MOBILIDADE ZERO

Desde de março os moradores da Zona Oeste ficam literalmente a pé. Com o fim das atividades de duas empresas do Consórcio Santa Cruz, 38 linhas pararam a circular. O consórcio providenciou o retorno das linhas após muita reclamação dos usuários, mas o lado mais prejudicado ficou sem suas linhas principais. Enviamos correspondência à SMTR pedindo o retorno de linhas como a 689, 926, 737, 784, 684, 923 e 370. Somente na segunda quinzena o 689 retornou, mas para nossa surpresa o trajeto foi encurtado até somente Cascadura, enquanto o preço continua o mesmo. No fim de maio retornou a linha 926. Mas muito falta além de linhas que não retornaram, como uma melhora das linhas existentes, pois o espaço entre carros é demorado.

resposta da SMTR

Troca de emails com SMTR e Redação do JRP.

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Emails da Redação

email do realengoempauta para SMTR

solicitações de providências

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reprodução de monitoramento de onibus.

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reprodução de monitoramento de onibus.

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CHEGAMOS A ABRIL

O mês de Abril chega e para Realengo SEMPRE será marcado pela tragédia da Escola Tasso da Silveira. Sempre prestaremos aqui homenagem aos nossos 12 anjos. Nunca deixaremos esquecer essa tragédia. E sempre tentaremos cobrar atitudes para que em nenhuma escola isso se repita. Mostramos nesta edição o drama das porteiras que foram contratadas após a tragédia. Acompanhamos o realenguense Vitor que atua na Casa Fluminense no debate em Senador Câmara sobre mobilidade. A primeira forania traz a palavra do Vigário Episcopal padre Felipe. Na UPP Batan o tempo de pascoa traz distribuição de ovos e bombons na sede e nas ruas do conjunto Agua Branca. Batemos novamente na tecla das chuvas nas ruas do bairro e apresentamos foto da rua gen. Raposo. Além de nossas colunas Ética e Cidadania e Deu no Blog convidamos você a leitura dos artigos dos realeguense Luiz Carlos Chaves e Carminha Morais. Boa leitura

Abertura do Show

  Abertura do Show

Na abertura do Tributo apresentou-se um grupo denominado Projeto 1 Som, cujo líder, o baterista Jonatas Freitas, mencionou que a finalidade do seu trabalho era musicalizar a nosa área e incentivar a música instrumental. As três músicas apresentadas são de autoria do Jonatas, coisa difícil de acontecer já que os bateristas são músicos mais de base de JAZZ 10acompanhamento, no passado chamado de cozina (baixo, bateria, guitarra e teclado). No show parecia que os líderes não seguiram esta linha, pois a bateria ficou em evidência na frente do palco. No passado mesmo os bateristas líderes de grupos colocavam a bateria atrás dos sopros, junto com os demais instrumentos de acompanhamento. Hoje com toda tecnologia não vejo necessidade da bateria ficar na frente. Um som bem equalizado descarta de colocar a bateria em destaque.

As músicas apresentadas foram: A História, Flood e Destino como citei acima todas de autoria do Jonatas.

O Grupo formado por:  Jemuel Silva – Guitarra; Davi Henrique – baixo; Filipe Martins – teclado e Jonatas Freitas – bateria.

A globalização não poderia deixar de estar representada na música. Hoje qualquer música instrumental que tenha improvisação é denominada jazz. Havia uma preocupação no passado, mesmo no free jazz, que houvesse uma introdução no tema, geralmente um standard (música popular conhecida) ou uma música de autoria de músicos que fizeram grande sucesso, isto facilitava os iniciantes no jazz a assimilar melhor os improvisos. Não sou saudosista, mas creio que mesmo as feras como Eric Dolphy, Ornete Coleman e outros se preocupavam com isto, mesmo tocando free jazz. Rotular o jazz confunde o ouvinte iniciante e hoje existe pouca gente tocando o verdadeiro jazz. A nossa sociedade é obrigada a engolir o lixo divulgado nas nossas emissoras de rádio e televisão e, também, não têm o hábito de frequentar ambiente com esta modalidade de música, assim acredito que o grupo está no caminho certo.

Apresentação do Victor Bertrami

Conversei com ele antes do show e ele resolveu apresentar o grupo, inclusive os músicos. Vale a pena ressaltar a presença do baterista, cria da Zona Oeste, Robertinho Silva que veio abrilhantar ainda mais a apresentação do grupo. Segundo o líder do grupo as músicar apresentadas faziam parte do CD recentemente lançado com as participações especiais do Robertinho Silva, Ney Conceição, Vitor Biglione e Leonardo Amuedo.

Não poderia deixar de comentar a participação do saxofonista e co-produtor do evento Jefferson Rino com apenas 16 anos, capaz de encarar um desafio deste como um bom exemplo para nossa juventude.

Grupo Victor Bertrami – Bateria; Humberto Lescowitich – Baixo; Natam Gomirabelli – Guitarra e partipação especial de Robertinho Silva.JAZZ 09

Tributo a José Roberto Bertrami

Tributo a José Roberto Bertrami

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Jamais poderia imaginar que pudesse ser criado um espaço cultural na Estação de Realengo, já que a Secretaria de Cultura passa longe da Zona Oeste. Fiquei gratificado por ser convidado para apresentação do Evento. Cria de Realengo, cheguei aqui com 1 ano de idade e saí com 26. Vivi a glória deste bairro. Aqui existiam vários espaços de lazer como clubes, praças, quadras de esporte, cinema e vários campos de futebol. Fico triste em chegar em Realengo e ver o descaso da prefeitura em melhorar o acesso à cultura e lazer.

Realengo foi o bairro em que existia mais jazófilos das Zona Norte e Rural (atual Zona Oeste) do Subúrbio da Central. Naquela época era muito difícil comprar discos e, também, a mídia já divulgava mais o lixo do que a qualidade, apesar de existir emissoras que JAZZ 02tinham programas de Jazz e Clássico para os mais exigentes ouvirem música de qualidade. O fato de Realengo ser o local onde tinham mais fãs de Jazz foi reconhecido pelos próprios músicos que vinham tocar e ouvir música de jazz importada dos EUA. Os moradores que tinham mais discos eram: Zé Russo, os irmãos Louzada (Orlando e Osvaldo), Félix, Jaime Duque Estrada, os irmãos Paulo (Juarez e Heleno) e Nininho em Bangu. Na casa dos Louzadas existia um piano sem calda, um som mono de altíssima qualidade e uma discotena excepcional. Vinham músicos até de Copacabana para tocar nos finais de semana. No Studio do Zé Russo e do Osvaldo Louzada eles montavam e consertavam som e nos fundos da loja existia uma sala acústica onde os músicos ensaiavam e tocavam.JAZZ 05

Hoje com a facilidade que tem na Internet o acesso ao jazz tradicional e contemporâneo é muito fácil. Basta entrar numa ferramenta de busca e estará diante do músico de sua preferência, sem contar com o Deezer, Itunes e Jazz rádio que tem jazz para todos os gostos. Vale a pena resaltar que com todas estas facilidaes os músicos ouvem pouco e estudam também pouca música, acreditam mais no seu virtuosimo do que na técnica. É um mal que atinge a nossa sociedade que também não gosta de ler. Quem não lê, não ouve, não estuda e não pode ser um bom músico.

José Roberto Bertrami

Fez sucesso com a música Linha do Horizonte com o grupo Azumuth. Com mais de quarenta anos de carreira, lançou 27 trabalhos, entre LPs e CDs com este grupo. Em Portugal, teve quatro compactos duplos que foram lançados na época da Jovem Guarda.

Pela vendagem dos discos, recebeu vários prêmios e troféus importantes do cenário artístico brasileiro. Participou de vários programas de televisão no eixo RioSão Paulo. Além disso, foi muito aplaudido em shows realizados na Colômbia e no Paraguai. Viveu seus últimos anos de vida na cidade do Rio de Janeiro.

Azymuth é uma banda brasileira de diversas influências, formada em 1973 na cidade do Rio de Janeiro por três conhecidos músicos de estúdio que acompanharam diversos artistas de sucesso da música popular brasileira na década de 1970: José Roberto Bertrami, Alex Malheiros e Ivan Conti. Obtiveram moderado sucesso com sua carreira no Brasil até se mudarem para os Estados Unidos e iniciar uma carreira internacional longa, eclética e de sucesso durante os anos 80. Após problemas no início da década seguinte, voltam a boa forma a partir da segunda metade da década, impulsionados pelo estouro do Acid Jazz e um renovado interesse pelo seu trabalho, assinando com a gravadora inglesa Far Out Recordings. Em 2012, com a morte do tecladista Bertrami, o grupo continuou suas atividades com Fernando Moraes em seu lugar.

Suas músicas são majoritariamente instrumentais, variando desde o samba até o funk, numa espécie de jazz fusion, constituindo-se num estilo chamado pelos integrantes de “samba doido”.[1] [2] Seus principais sucessos são “Linha do Horizonte”, “Melô da Cuíca” e “Voo sobre o Horizonte” – no Brasil -, além do grande sucesso internacional “Jazz Carnival”.

Wikipedia.com

Victor Berttrami

Release: http://www.victorbertrami.com/#!release/c161y

 

Victor Bertrami é Baterista renomado no Rio de Janeiro, já tocou com grandes artistas da MPB e música instrumental como: João Nogueira, Leila Pinheiro, Elza Soares, João Donato, Danilo Caymmi, Toninho Horta, Leo Gandelman, entre outros. Nascido em família de músicos é filho do grande pianista, compositor e arranjador José Roberto Bertrami (1946-2012) líder do mitológico grupo brasileiro de jazz fusion e sambalanço; AZYMUTE, grupo que fez sucesso durante quatro décadas, apresentando-se em todo mundo.

Victor gravou ao vivo uma merecida homenagem a seu pai, que resultou no seu primeiro CD solo intitulado “Similar, a obra de José Roberto Bertrami”. O talentoso baterista capturou com perfeição o espírito das composições acertando no suingue, em tributo emocionante. O CD está sendo lançado pela Rob Digital e inclui composições consagradas do maestro como “Last Summer in Rio” e “Partido Alto 3”, grandes temas que ganharam novos arranjos e participações especiais de Robertinho Silva, Ney Conceição, Victor Biglione e Leonardo Amuedo.

Por Heleno Getúlio Paulo

Ataque ao IFRJ Campus Realengo

parque verde 01Uma tragédia anuncia e quantas delas acontecem. Na nossa edição de Dezembro levantamos a mais nova luta da sociedade de Realengo. O Parque Verde no antigo terreno da fabrica de cartuchos ao lado IFRJ Campus Realengo.

Na reportagem mostramos o abandono do terreno e sabemos que tudo que está abandonado é uma porta aberta para o consumo de drogas. Hoje no início da noite o IFRJ Campus Realengo foi atacado por usuários de drogas. Atiraram pedras e quebraram vidraças do instituto. Chamado ao local o Exercito alegou que o terreno pertence a Poupex. E a nossa pergunta é o que fazer ou quem chamar num momento destes.abandono 01

O povo já decidiu que quer a revitalização da área para fins de lazer. O poder público não se faz presente e dificulta o povo organizado de levar sua bandeira a frente porém é ineficiente em gerir o espaço com o mínimo de segurança.

O verde que queremos e queremos logo. Não ao condomínio e não a derrubada do verde que nos traz  como consequência  a escassez de água. Quem está atras deste interesse.10934725_1592577484310496_1294038629_n10937403_1592577814310463_383852008_n 10956094_1592577680977143_682340034_n

Quem faz parte do Realengo Que Queremos

 

Ângelo Inácio, assessor parlamentar e membro da Pastoral do Meio-Ambiente da Paróquia Divino Espírito Santo – Diz que o movimento vem fazer eco às possibilidades de evolução das associações de moradores, agora relacionadas ao meio ambiente e ao amadurecimento da democracia, sendo baseado na Agenda 21 e o Rio+20. No âmbito da atuação da Pastoral foi feita uma enquete e a população colocou como prioridade área de lazer, para surpresa dos membros da pastoral que achavam que saúde ou segurança seriam mais pedidas. A pastoral abraçou a ideia, primeiro com o parque da serra do Barata, e agora com o terreno baldio de 142 mil m²no centro do bairro. Ângelo fala que o movimento em si realizou duas manifestações com abraço ao terreno, e uma dando a volta no quarteirão colocando galhardetes com os dizeres “Parque Verde queremos agora”,  abaixo assinado com a população, e que conseguiu  e contatos com políticos de diversos partidos.

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Luiz Fortes, editor do Blog Pro-Realengo: “A história do parque verde é recente. Mas o sonho de tornar aquela área uma área de lazer é antigo, já vem de muito tempo. Já fez parte de projeto de lei e seminário realizado. Agora a Pastoral do Meio ambiente concretizou com um movimento chamado Realengo que queremos. Fui convidado para as reuniões e participei de todas, apesar de não ter uma organização oficial, tem a possibilidade de participação de todos. Segundo Luiz Fortes, o IFRJ também tem interesse de ampliar suas instalações e vê com bons olhos esse movimento, tanto que a diretora Sandra tem dado apoio e cede uma sala para reunião do grupo.. Para ele, o maior empecilho ainda está na resistência do Exército”.

Luiz Fortes

Sérgio Sant’Ana – Psicólogo e morador da Av. Santa Cruz – Sérgio conheceu  Ângelo Inácio depois de um curso de desenho. Através do contato pelo Facebook, conheceu a luta pelo parque verde. Interessou-se em fazer algo pelo bairro, algo mais coletivo. O que levou Sérgio a se engajar no movimento Realengo que queremos foi a proposta de cultura e lazer, porque a comunidade é muito carente neste aspecto. Participou de várias reuniões e de várias atividades como a caminhada com colocação de galhardetes, além de colaborar na parte de informática. Ele vê como maior dificuldade o engajamento maior da população. Segundo ele, cada pessoa que chega ao grupo tem potencial para agregar ideias para o parque

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O QUE SONHAMOS PARA O PARQUE VERDE:

 

Faculdade de Educação Física (IFRJ)

Unirio

Instituto do Coração

 

 

Preservação da área verde

Jardins

Revegetação

Projetos sustentáveis (compostagem)

 

Pista de caminhada

Campos de futebol

Ciclovia interna

Pista de skate externa

Parquinho

Academia da Maior Idade

 

 

Museu da Fábrica

Teatro

Centro Cultural – (Nave do Conhecimento)

Sala de espetáculos

Sala de Oficinas

Biblioteca

Conservatório de música Museu da Fábrica

 

 

Bicicletário

Quiosque

Banheiro (fraldário, adaptado)

Bebedouros

Fraldário

Tratamento de esgoto

Centro administrativo – salas de exposições

Hoje só temos o abandono:

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PARQUE VERDE: UM SONHO POSSÍVEL

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De um lado uma área de 142 mil metros quadrados e de outro uma população carente de opções de lazer. Na Rua Prof. Venceslau, um quarteirão inteiro baldio há mais de 40 anos, cravado no centro de Realengo, representa um novo sonho para os moradores do bairro. O movimento Realengo Que Queremos levanta a bandeira de ocupação desta área com o intuito de satisfazer a maior das necessidades desta população, com a criação do Parque Verde.

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Um primeiro lote do terreno já teve a ocupação que modificou o local. O movimento “Pró-escola Técnica de Realengo” lutou para que lá fosse construída uma unidade de escola técnica. Após uma luta de mais 21 anos, este movimento teve êxito e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a Lei 11.892, de 29 de Dezembro de 2008, criando o IFRJ.

O IFRJ ocupa uma área de 22 mil metros quadrados dos 142 mil metros quadrados e a luta desse novo movimento é para que o restante do terreno seja ocupado de acordo com a vontade dos moradores do bairro. O movimento partiu de uma pesquisa realizada pela Pastoral de Meio Ambiente da Paróquia Divino Espírito Santo, onde dentre as opções como saúde, segurança, educação e lazer, esta última acabou saindo vencedora, para a surpresa dos organizadores.

Integrantes da pastoral e antigos líderes locais então se organizaram no Movimento Realengo Que Queremos, para que este terreno baldio da antiga fábrica de cartuchos, desativado desde 1984 possa servir à população com equipamentos de lazer e cultura.

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A união do espaço e do anseio da população torna o sonho possível na visão de integrantes do movimento e a área poderá abrigar equipamentos de educação como a extensão do IFRJ com mais um curso, que é o de educação física. Além disto, também haveria na área um campus da UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e o Instituto do Coração, cumprindo a finalidade do terreno que é de ser ocupados por unidades educacionais.

No parque também haveria diversos equipamentos de cultura como teatro, espaços culturais, oficinas de teatro, Museu da Fábrica, Nave do Conhecimento, biblioteca e conservatório de música. O projeto comtempla espaços de lazer como ciclovias, pistas de caminhada, pistas de skate, campos de futebol, parquinho, quiosques e até uma academia da terceira idade.

No projeto existe ainda a preocupação com os espaços verdes do terreno, que solicita manutenção da área verde, jardins, revegetação e projetos sustentáveis (compostagem).

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Os avanços do movimento “Realengo Que Queremos” passam pela conscientização da população de Realengo, para evitar que outras finalidades sejam dadas a área. O grupo tem como uma grande vitória a criação da lei nº 4840/2008 de 02/04/2008; esta lei dispõe sobre a utilização específica da Área 3, das instalações antiga Fábrica de Cartuchos do Exército, na AP. 5.1, Realengo, e dá outras providências. Ela é proveniente de um projeto de lei nº 1236/2007, de autoria do Senhor Vereador Rubens Andrade. Outra preocupação dos integrantes do movimento é garantir a preservação do verde evitando o derrubar de árvores, como aconteceu com a implantação do IFRJ. O grupo tem como uma das reivindicações a recuperação de um marco da antiga fábrica de cartucho que é a fonte de água que havia no terreno.

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DE NORTE A SUL “IN LOCO”

Rede de Esgoto sendo finalmente implantada.

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A Foz Águas 5 promoveu Reunião com lideranças comunitárias e mídias locais, para apresentar e explicar detalhadamente os serviços em execução na região.

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No dia 10 de outubro, na ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) de Deodoro, o setor de comunicação da Foz Águas 5 reuniu lideranças comunitárias e a imprensa local (jornais, blogs ou sites de notícias), e a população em geral, para interagir, tirar dúvidas e receber diversas reclamações relacionadas a água  e esgoto. Foi preparada esta apresentação para que entendêssemos e transmitíssemos aos moradores as explicações da empresa.

O engenheiro Cristiano Galvão afirmou que o serviço que está sendo executado é da responsabilidade do Município. Essa explicação deveu-se ao fato de muitos acharem que, como a CEDAE está ligada ao Estado, a Foz Águas também estaria, o que não é o caso.

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Milhões de pessoas residem na Zona Oeste, onde 10 ETEs estarão em funcionamento em um prazo de 10 anos. Esta região é dividida em duas fluentes baías, que são a de Guanabara e a de Sepetiba. Segundo o engenheiro, a empresa pretende estar coletando 50% do Esgoto e fazendo o tratamento de 5% do mesmo nos primeiros 5 anos. Esse trabalho inicialmente estará focado nas ETEs Sarapuí e Marangá.

Com relação à rede que está sendo implantada, o tamanhos de cada encanamento será proporcional ao que se recolhe, ou seja casa , transmissor e receptor principal terão tamanhos diferenciados. Os das casas iniciam com 150 milímetros de largura.

Foi levantada a questão na plateia com relação à recomposição das calçadas que estão sendo danificadas para a obra. A assessoria e imprensa relatam que onde existem obras do Bairro Maravilha Oeste, a recomposição das calçadas será básica, no padrão da prefeitura, como era antes da obra, o que é obrigação da concessionária.

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A Foz Águas 5 já esta em operação a dois anos e tem contrato de 30 anos para implantar toda uma rede, que não existia, por isso, relatou o engenhiro. esses problemas iniciais. Ele declarou ter a certeza que após a implantação, tudo vai funcionar muito bem, pois foi muito bem planejado.

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Em relação ao pagamento, Cristiano Galvão explicou que a cobrança é feita pela Foz Águas 5 e repassada à CEDAE, que é a responsável pelo fornecimento.

Com toda essa rede implantada em funcionamento não poderá haver despejo de águas pluviais na rede própria para esgoto, ou seja será utilizada a rede antiga para este fim, e dentro das residências será necessário que a distribuição dentro das casas seja feita separadamente ou seja somente direcionar para o terminal instalado na calçada do cliente o que for esgoto. O que não for, será encaminhado com atualmente para as redes pluviais indo para os rios.

Exemplo: água de chuva, e da limpeza da casa etc.

Nas ETEs são feitos tratamentos biológicos tornando possível o reuso da água, conforme pudemos constatar durante a visita a um dos tanques.

Luiz Fortes para o Pró-Realengo

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Inauguração Clínica Família Armando Palhares Aguinaga

A Secretaria Municipal de Saúde inaugurou na presença do Prefeito Eduardo Paes nesta terça-feira, dia 13 de agosto, a Clínica da Família Armando Palhares Aguinaga, em Realengo. A unidade é a 71ª da cidade, fica na Av. Santa Cruz, s/nº, e beneficiará 17,2 mil moradores da área. Com a abertura da clínica, a cobertura de saúde da família na região da AP 5.1, que engloba os bairros de Bangu, Realengo, Padre Miguel e adjacências, chega a 41%. Em 2008, a cobertura era de apenas 4,6%. Em toda a cidade, 41% dos cariocas são cobertos pela estratégia de saúde da família.

Esta é a 31ª Clínica da Família da Zona Oeste e recebeu investimentos de R$ 4 milhões. A unidade contará com cinco equipes de saúde da família. Cada equipe fará, em média, 400 consultas médicas por mês, totalizando duas mil consultas mensais, além dos demais procedimentos, serviços e consultas de enfermagem e dos agentes de saúde.

Mais de 50 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, cirurgiões-dentistas e auxiliares, trabalharão na unidade. No local, os pacientes vão passar por procedimentos ambulatoriais e consultas com médicos, equipe de enfermagem e agentes de saúde. Será possível, também, realizar exames laboratoriais, ultrassonografia, raios-x, eletrocardiograma, curativos, vacinação, planejamento familiar e teste do pezinho. A unidade contará ainda com acompanhamento de pré-natal e doenças crônicas e distribuição de medicamentos.

A clínica da família funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, das 8 às 12h. A unidade terá consultórios, salas de saúde da mulher, de acolhimento mãe-bebê, saúde da criança, saúde bucal, observação clínica, procedimentos, hipertensão e diabetes, além de auditório, farmácia e almoxarifado.

Comlurb atuando na Rua André João Antonil

O Jornal Realengoempauta cobra, mas também sabe agradecer. O povo muitas vezes não colabora e coloca a culpa na falta de limpeza. Mas nós somos testemunhas que a gerencia de Realengo tem feito o dever de casa. Cabe a população colaborar de 2 formas:

1) Não jogando ou mandando jogar lixo na rua.

2) Denunciar quem joga lixo seja morador ou carroceiro. Ligue 1746 e peça a retirada de lixo ou entulho.

PARA REMOÇÃO DE LIXO. ENTULHO OU MOVEIS VELHOS CHAME A COMLURB 1746.